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sexta-feira, 6 de março de 2009

Licença Creative Commons no Criacionismo Científico


O Criacionismo Científico, anuncia que a partir de hoje foi inserido no site a licença Internacional Creative Commons, o que isso significa? Isto significa que você poderá copiar todos os textos que estão presentes no Criacionismo Científico, matérias, e todo o nosso conteúdo, todavia existe algumas restrições para quem se interessar em copiar e colar, no caso você terá que citar a fonte, ou seja citar o Criacionismo Científico como fonte de notícia ou matéria no seu veiculo de comunicação(site, blog, jornal, etc). O Criacionismo Científico é a favor da flexibilização dos direitos autorais, por este motivo que fomos buscar uma forma de legalizar junto ao público este compromisso. Enfim mesmo sendo a favor desta licença, não somos a favor da pirataria cibernética, e pensamos de acordo com esse texto que está no blog Direito do Protestante

Um comentário:

Có Keys disse...

A Teoria da Conspiração dos Criacionistas

por Acauan

A forma de proselitismo fundamentalista cristão autodenominado “Criacionismo Científico” não se sustenta sem uma Teoria da Conspiração que responda à seguinte pergunta:
- Por que todas as universidades e instituições científicas respeitadas do mundo são taxativas em afirmar que o dito Criacionismo e suas teses não pertencem ao mundo da Ciência e sim ao dogmatismo religioso biblico?


Espero ser poupado do constrangimento de ver alguém defendendo que a Universidade Adventista e similares sejam instituições científicas respeitadas.

Feita esta ressalva, podemos derivar a pergunta principal em outras tantas decorrentes:

- Por que não há uma cadeira para o “Criacionismo Científico” na Harvard?
- Qual foi o último artigo vindo de Cambridge que defendeu a veracidade das narrativas do Gênesis?
- Por que o Massachusetts Institute of Technology continua acreditando nas datações de Carbono 14, se “cientistas criacionistas” já provaram que elas não são confiáveis?
- Por que a Real Academia Sueca de Ciências não laureou os “cientistas criacionistas” com a maioria dos Prêmios Nobel, já que eles provaram que praticamente todos os fundamentos da Ciência precisam ser revistos, a começar da idade da Terra?

Os fundamentalistas cristãos costumam responder a estas perguntas de duas formas:

Uma delas é citando textos e “resultados de pesquisas” obscuros de figuras menores ou desconhecidas do meio científico, notórias apenas pelo seu ativismo religioso, com os quais pretendem confrontar o consenso da comunidade científica internacional.

A outra é lançar dúvidas sobre a imparcialidade da comunidade científica, expressando de modo direto ou velado que as “teorias criacionistas” não são aceitas pela comunidade apenas porque desafiam seus preconceitos dogmáticos arraigados, os quais os cientistas se recusam a abandonar, mesmo quando colocados diante das mais irrefutáveis evidências.

Desenrolando esta idéia, os fundamentalistas arvoram o quanto o “Criacionismo” é injustamente preterido no meio universitário por serem as cátedras e diretorias dominadas pelos “evolucionistas” que se valem de todos os meios para manter o mundo apartado das “verdades bíblicas”.

Ver fundamentalistas cristãos dizendo que são os cientistas, e não eles próprios, que estão atrelados a preconceitos dogmáticos é engraçado.
O estranho é que muitos religiosos cristãos preferem acreditar que os cientistas do mundo estão mancomunados contra as evidências da veracidade do Gênesis a aceitar que os relatos daquele livro não tem sustentação científica nenhuma.

O que os fundamentalistas chamam de Criacionismo é uma reunião direcionada de amostragens viciadas e erros de causalidade diversos, tão óbvios e grosseiros, na maioria das vezes, que cientistas especialistas se recusam sequer a discuti-los ou contestá-los, por não enxergarem no material a seriedade mínima que justificaria a atenção deles.

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Té mais!